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Tag: defesa do consumidor

Defesa do Consumidor vai discutir pedágios na MG-424

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A Assembleia Legislativa de Minas Gerais realizará no dia 06 de dezembro, na reunião da Comissão de Defesa dos Direitos do Consumidor e Contribuinte uma audiência pública para discutir a implantação de dois pedágios na MG-424 entre São José da Lapa e Sete Lagoas.

A reunião foi proposta pelo deputado João Leite que esteve reunido, em Pedro Leopoldo, com moradores da cidade e tomou conhecimento que a cidade ficará sem acesso por rodovias não pedagiadas.

De acordo com a concessão proposta pelo Governo de Minas uma praça de pedágio, em São José da Lapa, terá o valor de R$3,80 e a outra, em Prudente de Morais, de R$2,60. Os moradores de Pedro Leopoldo estão revoltados porque a rodovia foi revitalizada para a Copa do Mundo de 2014, não tendo necessidade de qualquer obra no momento, não justificando a cobrança da taxa.

A suspeita dos participantes da reunião em Pedro Leopoldo é que o governo esteja usando politicamente a concessão para fazer caixa para pagar o funcionalismo público que está com o salário atrasado, mesmo ele sendo pago em parcelas.

Já a certeza na cidade é de que seus moradores terão que conviver com transporte coletivo, particular e fretes mais caros, o que vai gerar desemprego na região.

Prefeitos ameaçam romper contrato com a Copasa

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Foi realizada, no dia 25 de outubro, audiência pública da Comissão de Defesa do Consumidor e Contribuinte, na ALMG, em que prefeitos de várias cidades de Minas Gerais ameaçaram romper contrato com a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) por falta de comprometimento da empresa com os serviços prestados.

De acordo com Walker Américo Oliveira, prefeito de São Sebastião do Paraíso, apenas cinquenta por cento do esgoto da cidade é tratado, mas, mesmo assim, o serviço é cobrado integralmente. “A empresa ainda deixa despesas porque corta várias ruas para realizar o serviço e não arruma da melhor forma”, disse.

Já em Bom Despacho, o prefeito Fernando José Castro Cabral queixou-se da demora para a conclusão da obra para o tratamento do esgoto, que está atrasada há sete anos. “Vinte e cinco por cento do esgoto do município é lançado no rio.

Estamos causando um problema ambiental sério na cidade vizinha de Martinho Campos, que precisa tratá-lo a um custo alto”, relatou.

Já na cidade de Extrema, o prefeito João Batista Silva relatou que a população ficou sem água em todos os feriados deste ano. “Já tomei minha decisão. Temos que partir para o enfrentamento, com o apoio da justiça e da população”, afirmou.

O deputado João Leite, membro efetivo da Comissão de Defesa do Consumidor e Contribuinte, salientou que a Copasa comete grandes desperdícios na captação da água, além de causar poluição. Para o deputado, a presença da atual presidente da Companhia teria sido fundamental para as discussões da audiência pública. “Temos que convocar a presidente para resolver esta situação”, disse.

O diretor de Operação da Copasa, Gilson Queiroz, afirmou que a empresa trabalha para resolver os problemas citados. Para ele, a gestão anterior contribuiu para a atual situação. “Quando este governo assumiu, encontrou um passivo enorme em relação a compromissos assumidos, além de caixa vazio”, argumentou.